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57 perguntas e respostas para entrevistas de emprego DevOps em 2024

Você gostaria de conseguir vagas DevOps? Ou, quem sabe, quer contratar o candidato perfeito, capaz de responder às mais difíceis perguntas de entrevista DevOps? Então você está no lugar certo. Seja para obter um emprego DevOps ou contratar um engenheiro DevOps, passar pela lista de perguntas e respostas da entrevista DevOps disponibilizada aqui irá te ajudar.

Atualizado em Mai 26, 2024

Se você deseja seguir uma carreira na área de desenvolvimento e operações, tornar-se um engenheiro DevOps é a resposta certa. No entanto, passar pela fase de perguntas da entrevista de emprego DevOps não é exatamente uma tarefa fácil.

Seja você um candidato em busca de um trabalho online como DevOps ou um recrutador em busca de um ótimo engenheiro DevOps, a seguinte lista de perguntas e respostas para entrevista de emprego DevOps foi pensada para poder te ajudar. Faça uso dela para pensar em perguntas relacionadas ou se preparar para entrevistas futuras.

Perguntas e respostas para entrevistas DevOps

1.

O que é DevOps?

DevOps é uma cultura e conjunto de práticas que visam integrar as equipes de desenvolvimento e operações de uma organização para melhorar a entrega de software e serviços. Em vez de trabalharem separadamente, as equipes de DevOps colaboram desde o início do ciclo de vida do desenvolvimento de software até a implementação e manutenção na fase de produção.

2.

Quais são as diferentes fases da metodologia DevOps?

As fases de DevOps são geralmente cíclicas e contínuas, com o objetivo de fornecer atualizações e melhorias constantes ao aplicativo, e incluem:

  1. Planejamento: Nesta fase, as equipes de desenvolvimento e operações trabalham juntas para definir os objetivos e requisitos do projeto, estabelecer o escopo do trabalho e definir as etapas do processo de entrega contínua.
  2. Desenvolvimento: Na fase de desenvolvimento, as equipes de desenvolvimento e testes criam e testam o código, usando ferramentas de controle de versão e automação de testes.
  3. Integração: Na fase de integração, o código é integrado e testado em um ambiente de pré-produção para garantir que todos os componentes funcionem juntos como esperado.
  4. Entrega: Nesta fase, o código é implantado em produção e testado novamente para garantir que tudo esteja funcionando corretamente.
  5. Operação: Na fase de operação, as equipes de operações monitoram o ambiente de produção e garantem que o aplicativo esteja funcionando sem problemas.
  6. Monitoramento: Na fase de monitoramento, os dados de desempenho e utilização são coletados e analisados ​​para detectar possíveis problemas e melhorar a eficiência e a confiabilidade do aplicativo.

3.

Como lidar com conflitos de merge no Git?

O três passos a seguir podem te ajudar a resolver conflitos de merge no Git:

  • A primeira coisa é compreender o problema. O conflito de merge pode surgir devido a diferentes problemas, como uma edição na mesma linha do mesmo arquivo, a exclusão de alguns arquivos ou a presença de arquivos com os mesmos nomes.
  • O próximo passo é marcar e resolver o conflito. Para isso, abra o arquivo com a ferramenta mergetool. O Git irá marcar o pedaço conflitante como “<<<<<HEAD’ and ‘>>>>>[other/branch/name]”
  • Agora execute o commit novamente e faça o merge do branch atual com o branch master.

Ao responder a perguntas para entrevista de emprego DevOps que envolvem etapas, certifique-se de mencionar todas elas em sua resposta. Quanto mais detalhes você fornecer em uma pergunta desse tipo, maiores serão suas chances de avançar no processo de entrevista e seleção.

4.

Mencione algumas vantagens do workflow Forking sobre os outros workflows do Git.

Esse tipo de pergunta de entrevista de DevOps requer uma resposta detalhada. Abaixo estão algumas vantagens do workflow Forking em relação a outros workflows do Git.

Existe uma diferença fundamental entre o Forking e os outros workflows do Git. Ao contrário daqueles que possuem um único repositório de código central no server-side, no Forking, cada desenvolvedor tem seus próprios repositórios no server-side. O workflow Forking é muito utilizado em projetos públicos de código aberto.

A partir daí chegamos à principal vantagem do Forking: a integração de diferentes contribuições individuais sem que seja necessário que todos os usuários publiquem em um repositório central para obter um histórico limpo do projeto. Apenas o mantenedor do projeto realiza envios para o repositório central, enquanto cada desenvolvedor individual pode usar seus próprios repositórios no server-side.

Depois que os desenvolvedores concluem seus commits locais e estão prontos para publicar, eles os enviam para seus respectivos repositórios públicos. Depois disso, uma solicitação de pull é enviada para o repositório central,o que notifica o mantenedor do projeto para que ele integre a atualização ao repositório central.

5.

Para que serve Jenkins em DevOps?

Jenkins é uma ferramenta de integração contínua (CI) que é amplamente usada para automatizar o processo de construção, teste e implantação de software. Ela é usada para monitorar mudanças em um repositório de código-fonte e iniciar automaticamente um funil de integração que constrói, testa e implanta o software em ambientes de desenvolvimento, teste e produção.

6.

É possível mover ou copiar o Jenkins de um servidor para outro? Como?

Sim, é possível pegar o diretório de jobs do Jenkins do servidor antigo e copiá-lo para o novo. Para mover um job de uma instalação do Jenkins para outra, é possível simplesmente copiar o diretório do job necessário. Outro método é criar um clone do diretório do job existente com um nome diferente. Uma outra forma é renomear um job existente através da renomeação do diretório existente. No entanto, neste método, é preciso alterar qualquer outro job que chame o job renomeado.

7.

O que são testes automatizados e testes contínuos?

Automatização de testes é um processo que automatiza o processo manual de teste. Diferentes ferramentas de teste permitem que desenvolvedores gerem scripts de teste que podem ser executados continuamente sem a necessidade de intervenção humana.

No paradigma de testes contínuos, os testes automatizados são executados como parte do funil de entrega de software de DevOps. Cada build é continuamente testada para que o desenvolvimento se mantenha adiante dos problemas e os impeça de avançar para a próxima etapa do ciclo de vida de entrega de software. Esse processo acelera o fluxo de trabalho dos desenvolvedores, já que eles não precisam recriar o projeto novamente e re-executar todos os testes sempre que houver alguma alteração.

Esse tipo de pergunta para entrevista DevOps simplesmente pede por uma definição dos processos, não por qual a diferença entre eles. No entanto, se você quiser, também pode diferenciá-los.

8.

Quais os benefícios da automatização de testes?

Os principais benefícios da automatização de testes são:

  • Redução de erros: os testes automatizados permitem que erros sejam detectados mais rapidamente e de forma mais precisa do que nos testes manuais, reduzindo a chance de erros escaparem para o ambiente de produção.
  • Melhora da qualidade: a automatização de testes garante que o software está sendo testado de forma mais completa e consistente, aumentando a qualidade do produto final.
  • Economia de tempo e recursos: os testes automatizados permitem que a equipe de desenvolvimento possa focar em outras atividades, enquanto os testes são executados de forma automática, economizando tempo e recursos.
  • Agilidade: a automatização de testes permite que testes sejam executados de forma rápida e constante, o que acelera o processo de desenvolvimento e entrega de software.
  • Facilitação da colaboração: os testes automatizados podem ser compartilhados entre a equipe de desenvolvimento, facilitando a colaboração e garantindo que todos estão trabalhando com a mesma base de testes.

9.

O que é Selenium? É uma boa ferramenta para testes em DevOps?

Selenium é uma ferramenta de automação de testes de software amplamente utilizada para testes funcionais de aplicativos web. É capaz de simular interações humanas com um navegador web, como clicar em botões, preencher formulários, navegar em páginas e validar resultados.

Ela é geralmente considerada uma boa ferramenta para testes em DevOps, já que permite a criação e execução automatizada de testes funcionais em diferentes plataformas, navegadores e ambientes, contribuindo para a detecção precoce de problemas e a melhoria da qualidade do software. Além disso, a integração com outras ferramentas de DevOps, como Jenkins, permite a automação completa do processo de teste.

Alguns dos tipos de teste que podem ser automatizados com o uso de Selenium são: testes funcionais, testes de regressão, testes de load, integration tests, testes de usabilidade e testes de compatibilidade.

10.

Mencione alguns dos desafios técnicos ligados ao Selenium.

Abaixo seguem alguns dos desafios técnicos ligados ao Selenium, um importante framework para testes:

  • Ele só funciona com aplicativos baseados na web;
  • Não funciona com comparação de bitmap;
  • Enquanto ferramentas comerciais como HP UFT têm suporte do fornecedor, o Selenium não conta com isso;
  • O Selenium não tem um repositório de objetos, o que torna muito mais complexo armazenar e manter objetos.

Para uma pergunta de entrevista de DevOps sobre desafios técnicos de uma ferramenta ou componente, além de destacá-los, você também pode contar sua experiência com esses desafios e como os superou. Narrar uma experiência pessoal como resposta para tal pergunta mostra que você não ficou simplesmente memorizando respostas e pode mostrar um pouco da sua criatividade, além de outras qualidades como engenheiro DevOps.

11.

O que são manifests Puppet?

Embora essa seja uma pergunta de entrevista de emprego DevOps simples, saber responder esse tipo de pergunta mostra que você leva o trabalho a sério.

Manifests do Puppet são programas escritos na linguagem nativa do Puppet e salvos com a extensão .pp. Como tais, qualquer programa Puppet que seja construído para criar ou gerenciar uma máquina host alvo é chamado de manifest. Esses manifests, ou manifestos, são feitos com código Puppet. Os detalhes das configurações dos nós Puppet e dos agentes Puppet são contidos no Puppet Master.

12.

Como o Ansible funciona?

Como uma ferramenta de código aberto usada para automação, o Ansible é dividido em dois tipos de servidor - nós e máquinas de controle. A instalação do Ansible acontece na máquina de controle, a qual, junto com o SSH, ajuda a gerenciar os nós. A máquina de controle possui inventários que especificam a localização do nó. Como ferramenta, o Ansible não possui um agente e isso elimina a necessidade de qualquer instalação obrigatória nos nós. Portanto, quando o Ansible gerencia nós, nenhum programa precisa ser executado em segundo plano. Os Ansible Playbooks ajudam-o a gerenciar vários nós a partir de um só sistema com uma conexão SSH. Isso ocorre porque os Playbooks existem no formato YAML e podem executar várias tarefas de uma só vez.

Esse é o tipo de pergunta de entrevista de emprego DevOps que, ao responder, vale incluir todos os detalhes. Além disso, prepare-se para responder a perguntas adicionais sobre o mesmo tempo, do tipo: "Você já usou o Ansible? Conte-nos sobre alguma experiência interessante que você teve ao usá-lo".

13.

O que é o Sudo do Linux?

Em sistemas baseados no Linux/Unix, Sudo é um programa que permite que certos usuários usem determinados comandos de sistema no nível root do sistema. Sudo significa "super user do", onde o superuser se refere ao usuário root.

14.

Para que serve SSH?

SSH é a abreviação de “Secure Shell”. O objetivo de projetar o protocolo SSH foi o de fornecer um protocolo seguro para conexões com computadores remotos não seguros. O SSH usa um paradigma client-server em que a comunicação entre o client e o servidor acontece através de um canal seguro. Existem três camadas no protocolo SSH:

  • Camada de transporte (transport layer): essa camada garante que a comunicação entre o cliente e o servidor seja segura. Monitora a criptografia e descriptografia de dados, além de proteger a integridade da conexão. O armazenamento em cache de dados e a compressão também são sua responsabilidade.
  • Camada de autenticação (authentication layer): essa camada é responsável pela autenticação do client.
  • Camada de conexão (connection layer): essa camada entra em jogo após a autenticação e gerencia os canais de comunicação.

Os canais de comunicação criados pelo SSH usam criptografia de chave pública para fazer a autenticação do client. Uma vez que a conexão segura esteja estabelecida, a troca de informações através do SSH acontece de forma segura e criptografada, independentemente da infraestrutura de rede sendo usada. Com o SSH, tunneling, encaminhamento TCP e a transferência de arquivos podem ser feitos de maneira segura.

15.

O que é Nagios Log Server e para que ele serve?

O objetivo do Nagios Log Server é simplificar a busca por dados de registro (log). Assim, ele é mais adequado para tarefas como configuração de alertas, notificações de ameaças potenciais, consulta de dados de registro e auditoria rápida do sistema. Usando o Nagios Log Server, é possível colocar todos os dados de registro em um único local com alta disponibilidade.

16.

Como se pode diagnosticar e corrigir problemas segundo o paradigma de DevOps?

Para diagnosticar e corrigir problemas em um ambiente DevOps, é importante seguir algumas práticas recomendadas, como monitoramento contínuo, automação, colaboração, testes contínuos e integração contínua.

Ao monitorar esses processos e o ambiente de desenvolvimento e produção será possível identificar o problema e, então, trabalhar junto a sua equipe para resolvê-lo. Isso pode envolver a criação de um plano de ação para corrigir o problema, testar a solução e implantar a correção. É importante documentar o processo e aprender com a experiência para que problemas semelhantes possam ser evitados no futuro.

17.

Quais são os KPIs usados ​​para avaliar o sucesso de uma equipe de DevOps?

Existem diversos KPIs (Key Performance Indicators) que podem ser usados para avaliar o sucesso de uma equipe de DevOps, dependendo dos objetivos específicos da organização. Alguns exemplos que podem ser relevantes incluem:

  • Tempo médio de resolução de incidentes: mede o tempo que a equipe leva para solucionar problemas e restaurar o serviço normal após um incidente.
  • Frequência de implantação: mede quantas vezes por semana/mês uma equipe faz uma implantação bem-sucedida de novas funcionalidades ou atualizações em produção.
  • Tempo de ciclo: mede o tempo necessário para ir do início de uma tarefa até a implantação em produção.
  • Taxa de sucesso da implantação: mede quantas implantações são bem-sucedidas em relação ao total de implantações realizadas.
  • Tempo de disponibilidade: mede o tempo que o serviço está disponível para os usuários finais.
  • Satisfação do usuário final: mede a satisfação dos usuários finais com o serviço oferecido.
  • Tempo de espera de feedback: mede o tempo que a equipe leva para receber feedback sobre um novo recurso ou atualização implantada em produção.
  • Taxa de defeitos: mede a quantidade de defeitos identificados em relação ao total de funcionalidades/linhas de código produzidas.

18.

Como automatizar testes no ciclo de vida do DevOps?

A automação de testes em DevOps vai estar ligada a diferentes tecnologias dependendo do tipo de testes que se quer automatizar:

  • Unit Tests: Os unit tests são executados pelos desenvolvedores para garantir que cada parte do código funcione corretamente. Eles podem ser automatizados usando frameworks de testes como RSpec, Minitest, Test::Unit, etc.
  • Integration Tests: Os integration tests verificam se as diferentes partes do sistema trabalham em conjunto corretamente. Eles podem ser automatizados usando ferramentas como Cucumber, Selenium, Capybara, etc.
  • Testes de Desempenho: Os testes de desempenho verificam como o sistema se comporta sob carga e estresse. Eles podem ser automatizados usando ferramentas como Apache JMeter, Gatling, Tsung, entre outras.
  • Testes de Segurança: Os testes de segurança verificam se o sistema está protegido contra vulnerabilidades e ataques maliciosos. Eles podem ser automatizados usando ferramentas como OWASP ZAP, Burp Suite, Nessus, etc.
  • Testes de Implantação: Os testes de implantação verificam se a implantação foi bem-sucedida e se o sistema está funcionando corretamente após a implantação. Eles podem ser automatizados usando ferramentas como Ansible, Chef, Puppet, entre outras.
  • Testes de Aceitação: Os testes de aceitação verificam se o sistema atende aos requisitos do cliente e do usuário final. Eles podem ser automatizados usando frameworks como Cucumber, Behave, Lettuce, entre outros.

19.

Que fases podem estar em uma pipeline de integração contínua?

Uma pipeline de integração contínua pode ter várias fases, que variam conforme o projeto. Algumas das fases mais comuns são:

Build: nessa fase, o código-fonte é compilado em um artefato executável, como um arquivo .jar ou .war. Essa fase pode incluir a compilação, empacotamento e outras tarefas relacionadas à construção do aplicativo.

Test: é quando são executados testes automatizados, como unit e integration tests, e testes de aceitação. Estes testes ajudam a garantir que o código seja funcional e esteja de acordo com as especificações.

Code analysis: nesta fase, ferramentas de análise de código estático são usadas para identificar possíveis problemas de qualidade de código, como vulnerabilidades de segurança, violações de estilo de codificação e outros problemas que possam afetar a manutenção e a escalabilidade do código.

Deployment: esta é a fase onde o artefato gerado na fase de build ser implantado em um ambiente de teste ou produção. Essa fase pode incluir a configuração de servidores, instalação de dependências e outras tarefas relacionadas à implantação do aplicativo.

Release: aqui, o artefato é lançado para produção, após ter passado por todas as fases anteriores com sucesso. Essa fase pode incluir o gerenciamento de versões, a documentação do lançamento e outras tarefas relacionadas ao lançamento do aplicativo.

Monitoramento: por fim e continuamente, nessa fase são coletadas métricas e logs do aplicativo em produção para monitorar o desempenho, a disponibilidade e outras métricas importantes. Essas informações são usadas para tomar decisões informadas sobre atualizações e melhorias contínuas do aplicativo.

20.

O que é um container Docker?

Um container do Docker é uma unidade de software que empacota e distribui um aplicativo juntamente com todas as suas dependências e configurações em um ambiente isolado. Ele é criado a partir de uma imagem do Docker, que contém todas as dependências e configurações necessárias para executar o aplicativo. Por serem altamente portáteis e escaláveis, esses containers permitem que aplicativos sejam movidos facilmente entre diferentes hosts e plataformas.

21.

Como o Docker é diferente de outras tecnologias de contêiner?

São várias as diferenças, vejamos alguns pontos principais:

  • Portabilidade: O Docker é altamente portátil e pode ser executado em qualquer lugar - em laptops, servidores físicos, data centers, nuvens públicas e privadas, etc. Isso se deve à sua arquitetura baseada em containers e à maneira como ele gerencia as dependências do aplicativo.
  • Eficiência: O Docker é muito eficiente em termos de recursos do sistema. Ele usa o sistema operacional do host para executar containers, o que significa que não há sobrecarga de virtualização e a sobrecarga geral é significativamente menor do que as soluções de virtualização tradicionais.
  • Isolamento: Os containers do Docker são altamente isolados uns dos outros e do host. Isso significa que um container mal-intencionado não pode afetar outros containers ou o host em si.
  • Escalabilidade: O Docker permite a escalabilidade fácil e rápida de aplicativos. Você pode criar, implantar e escalar containers em questão de segundos, permitindo que você responda rapidamente às demandas do aplicativo.
  • Ecossistema: ele possui um grande ecossistema de ferramentas, plataformas e serviços que o tornam ainda mais poderoso e versátil. Isso inclui orquestração de containers, gerenciamento de armazenamento, monitoramento, registro de containers e muito mais.

22.

Quais são algumas das principais ferramentas do DevOps? Como elas funcionam em conjunto?

Existem muitas ferramentas utilizadas em DevOps para automatizar e integrar as diversas fases do desenvolvimento de software, alguns exemplos são:

  • Git: um sistema de controle de versão usado para gerenciar o código fonte.
  • Jenkins: uma ferramenta de integração contínua que automatiza o processo de construção, teste e implantação do software.
  • Docker: uma plataforma de contêineres que permite que os aplicativos sejam empacotados com suas dependências e executados em qualquer ambiente.
  • Ansible: uma ferramenta de automação que permite provisionar e configurar servidores e aplicativos.
  • Kubernetes: uma plataforma de orquestração de contêineres que gerencia e escalona aplicativos em contêineres em um cluster de servidores.

Elas trabalham juntas para permitir a integração contínua e entrega contínua de software, de modo que as equipes de desenvolvimento e operações colaborem melhor desde o código fonte até a implantação em produção.

23.

O que é controle de versão?

Controle de versão é um processo de gerenciamento de alterações em um software, documento ou qualquer outro tipo de arquivo. O controle de versão ajuda a manter um registro de todas as alterações feitas no arquivo ao longo do tempo e ajuda a acompanhar o histórico de desenvolvimento.

24.

Como a AWS se encaixa no DevOps?

A AWS oferece uma ampla gama de serviços e ferramentas que podem ajudar a automatizar e gerenciar a infraestrutura, implementação, monitoramento e gerenciamento de aplicativos. Alguns dos serviços mais comuns que são usados ​​em um ambiente DevOps incluem:

  • Amazon EC2: oferece servidores virtuais na nuvem que podem ser escalados e gerenciados de forma eficiente.
  • Amazon S3: um serviço de armazenamento em nuvem que pode ser usado para guardar dados de aplicativos e arquivos de configuração.
  • Amazon CloudWatch: fornece monitoramento e registro de métricas de desempenho e logs de aplicativos em tempo real.
  • AWS CodePipeline: é um serviço de integração contínua e entrega contínua (CI/CD) que automatiza a entrega de aplicativos em um pipeline de implantação.

25.

O que é Extreme Programming?

Extreme Programming (XP) é uma metodologia de desenvolvimento de software Agile, ou ágil, que visa melhorar a qualidade do software e a satisfação do cliente através da entrega rápida e contínua de software funcional. Foi criada por Kent Beck na década de 1990 e é uma das metodologias Agile mais populares.

A metodologia XP é baseada em práticas como desenvolvimento orientado a testes, integração contínua, programação em pares, design simples, refatoração, propriedade coletiva do código e planejamento de jogo. O XP enfatiza a comunicação e a colaboração entre desenvolvedores, clientes e outras partes interessadas para garantir que o software atenda às necessidades do cliente e seja entregue no prazo e dentro do orçamento.

26.

O que é um design pattern?

Um design pattern, ou padrão de design, é uma solução geral e reutilizável para um problema comum em projetos de software. É uma descrição ou modelo de como resolver um problema específico que pode ser aplicado em diferentes situações, fornecendo soluções testadas e comprovadas para problemas conhecidos.

27.

O que é CBD?

No contexto de DevOps, CBD refere-se a "Continuous Business Development" (Desenvolvimento Contínuo dos Negócios, em tradução livre). Ela é uma abordagem que visa alinhar continuamente as atividades de desenvolvimento de software com os objetivos comerciais. Seu objetivo é garantir que os projetos de desenvolvimento sejam alinhados com as necessidades e objetivos da empresa.

28.

O que é branching?

Branching é uma técnica de gerenciamento de versão que envolve a criação de uma ramificação separada (branch) no código-fonte principal para trabalhar em alterações sem afetar o código principal. Através dele é possível trabalhar em recursos ou correções de bugs sem interromper o desenvolvimento contínuo do código principal, o que ajuda a evitar conflitos e garante que o código principal permaneça estável.

29.

O que é Memcached?

Memcached é um sistema de cache distribuído em memória usado para acelerar o acesso a dados dinâmicos, reduzindo a necessidade de acessar o armazenamento em disco. Ele funciona como um servidor em memória cache que armazena pares de chave/valor, onde a chave é um identificador único para um valor e o valor pode ser qualquer dado que possa ser serializado. O Memcached é frequentemente usado em aplicativos da web para armazenar em cache resultados de consultas de banco de dados ou páginas da web, reduzindo a sobrecarga do servidor e melhorando a velocidade do aplicativo.

30.

O que é TCP e UDP?

TCP (Transmission Control Protocol) e UDP (User Datagram Protocol) são protocolos de comunicação em rede usados em DevOps.

TCP é um protocolo orientado a conexão que garante que os dados sejam transmitidos de forma confiável, sem perda ou corrupção, com confirmações de entrega e controle de fluxo. É amplamente usado em aplicações que requerem transferência confiável de dados, como transferência de arquivos, acesso remoto a sistemas, e-mails, entre outros.

Já o UDP é um protocolo sem conexão que não garante a entrega confiável dos dados, permitindo perda ou corrupção de pacotes. Ele é mais utilizado em situações em que a velocidade é mais importante do que a confiabilidade, como em transmissões ao vivo, jogos online e aplicativos de videoconferência.

31.

Quais são as diferenças fundamentais entre DevOps, Agile e SDLC?

Embora todas estejam ligadas à área de desenvolvimento de Software, DevOps, Agile e SDLC se referem a diferentes coisas.

DevOps é uma filosofia e uma abordagem de desenvolvimento, voltada para a integração das equipes de desenvolvimento e operações de TI para acelerar a entrega de software confiável e de alta qualidade

SDLC se refere ao ciclo de vida de desenvolvimento do software, as diferentes etapas do processo de desenvolvimento. Entendê-lo é fundamental para o bom andamento de um projeto.

Por fim, a metodologia Agile, ou ágil, é um modo de organizar o trabalho que enfatiza a colaboração com o cliente e a entrega rápida e incremental de software.

32.

Quais são os antipadrões do DevOps?

Antipadrões do DevOps são práticas que podem prejudicar a eficácia e a eficiência do processo de desenvolvimento, implantação e operações de software. Alguns exemplos de antipadrões são:

  • Silos de equipe: equipes isoladas e sem comunicação colaborativa podem causar atrasos e problemas de qualidade.
  • Falta de automação: a automação é uma das principais práticas do DevOps, a falta dela pode levar a problemas de consistência e atrasos na implantação.
  • Má gestão de configuração: a falta de um sistema adequado de gerenciamento de configuração pode levar a problemas de consistência, configurações incorretas e retrabalho.
  • Inadequado gerenciamento de incidentes: a falta de processos bem definidos para lidar com incidentes e problemas pode levar a atrasos na solução e insatisfação do cliente.
  • Falta de colaboração e transparência: a comunicação e a colaboração são essenciais para o sucesso do DevOps, a falta delas pode levar a retrabalho e atrasos na entrega.
  • Falta de monitoramento e feedback: a falta de monitoramento adequado do sistema e do feedback dos usuários pode levar a problemas não detectados e atrasos na entrega.

33.

O que é Git?

Git é um sistema de controle de versão distribuído usado para rastrear mudanças em arquivos e coordenar o trabalho em projetos de software. Ele foi criado por Linus Torvalds em 2005 para o desenvolvimento do kernel do Linux, mas hoje é amplamente utilizado em muitos outros projetos de software.

34.

Para que serve o Git no DevOps?

O Git é uma ferramenta de controle de versão de código-fonte que é amplamente usada no contexto do DevOps. Ele permite que várias pessoas trabalhem simultaneamente no mesmo projeto e gerenciem suas mudanças de código em um ambiente colaborativo. Algumas das principais funções do Git no contexto do DevOps incluem:

  • Gerenciamento de código-fonte: o Git permite que os desenvolvedores rastreiem e gerenciem as mudanças em seus códigos, criem ramificações e mergulhem as alterações com facilidade.
  • Colaboração: o Git é uma ferramenta de colaboração, permitindo que várias pessoas trabalhem em um mesmo projeto ao mesmo tempo, sem afetar o trabalho dos outros.
  • Integração contínua: o Git é frequentemente usado em conjunto com outras ferramentas de integração contínua, permitindo a automação do processo de construção e teste do código-fonte.
  • Entrega contínua: o Git é frequentemente usado em conjunto com outras ferramentas de entrega contínua para permitir a implantação automatizada de código em ambientes de produção.
  • Gerenciamento de configuração: o Git é frequentemente usado como uma ferramenta de gerenciamento de configuração para controlar a configuração de diferentes ambientes de desenvolvimento, teste e produção.

35.

O que é Git bisect? Como você pode usá-lo para determinar a origem de um bug (de regressão)?

O Git bisect é uma ferramenta útil do Git que ajuda a encontrar a origem de um bug, ou seja, o commit que introduziu o bug em um projeto. Ele faz isso automatizando o processo de "divisão ao meio" do histórico do Git para determinar em qual commit o bug foi introduzido.

O Git bisect começa com um commit conhecido como "bom" (que não possui o bug) e outro commit conhecido como "ruim" (que tem o bug). O Git bisect então faz uma busca binária pelo histórico do Git, onde ele verifica o commit que está no meio do intervalo "bom" e "ruim". O usuário então testa manualmente o commit (por exemplo, executando o código e verificando se o bug ainda está presente). Se o commit estiver "bom", o usuário executa o comando git bisect good. Se o commit estiver "ruim", o usuário executa o comando git bisect bad. O Git bisect repete o processo de busca binária até que o commit problemático seja encontrado.

36.

Qual é a diferença entre um sistema de controle de versão centralizado (VCS) e distribuído (DVCS)?

Um sistema de controle de versão centralizado (VCS) é baseado em um único repositório central que armazena todas as alterações feitas em um projeto, enquanto um sistema de controle de versão distribuído (DVCS) possui vários repositórios que mantêm cópias completas do histórico de alterações de um projeto.

No VCS centralizado, os desenvolvedores trabalham em cópias locais dos arquivos do repositório central. As alterações feitas por um desenvolvedor precisam ser confirmadas e enviadas para o repositório central antes que outro desenvolvedor possa acessá-las. O VCS centralizado é adequado para projetos com equipes grandes e complexos, onde o controle centralizado é uma vantagem.

Já no DVCS, cada desenvolvedor tem uma cópia completa do repositório, incluindo todo o histórico de alterações. As alterações podem ser confirmadas localmente e, posteriormente, enviadas para outros repositórios. O DVCS é adequado para projetos distribuídos, colaborativos e com equipes menores.

37.

Qual é a diferença entre Git Merge e Git Rebase?

O Git Merge e o Git Rebase são duas maneiras diferentes de combinar as alterações de uma branch para outra no Git. A principal diferença é que o Git Merge cria um novo commit para combinar as alterações, enquanto o Git Rebase move as alterações para a branch de destino, como se você tivesse feito o trabalho nessa branch o tempo todo.

O Git Merge une duas ou mais branches em um novo commit, mantendo o histórico original de cada uma delas. Ao executar o Git Merge, o Git cria um commit adicional que tem como pais os últimos commits de ambas as branches. Isso cria uma nova ponta de branch, que contém todas as alterações das duas branches mescladas.

Por outro lado, o Git Rebase move os commits de uma branch para a ponta da outra. Isso significa que os commits originais são modificados, a história de commits é reescrita. Em outras palavras, os commits originais são "rebasados" na ponta da branch de destino. O Git Rebase cria uma sequência linear de commits na branch de destino e elimina os commits de mesclagem adicionais que são criados pelo Git Merge.

38.

Qual é a diferença entre git fetch e git pull?

git fetch e git pull são dois comandos do Git que permitem baixar e atualizar o conteúdo de um repositório remoto em seu repositório local. No entanto, há uma diferença importante entre eles:

  • **git fetch **baixa as alterações mais recentes do repositório remoto, mas não as mescla com o código existente no seu repositório local. Em vez disso, ele atualiza as referências locais do Git para apontar para as novas alterações que foram baixadas do repositório remoto. Isso significa que, após executar o git fetch, você ainda precisará usar um comando como git merge ou git rebase para integrar as alterações do repositório remoto ao seu repositório local.
  • git pull, por outro lado, faz duas coisas: ele baixa as alterações do repositório remoto e as mescla automaticamente com o código existente no seu repositório local. Ou seja, o git pull basicamente é um atalho que executa um git fetch seguido de um git merge automaticamente.

39.

O que é shift-left no DevOps?

Shift-left é uma prática que visa trazer o teste e a validação para o início do ciclo de vida de desenvolvimento de software. Em vez de realizar testes apenas na fase de implementação ou até mesmo após o lançamento, a ideia é trazer essas atividades para o começo do processo, possibilitando a identificação e correção de problemas o mais cedo possível, e reduzindo custos e melhorando a qualidade do software.

O shift-left pode incluir várias práticas, como a introdução de testes automatizados em um estágio anterior do desenvolvimento, revisão de código mais frequente e rigorosa, a adoção de testes exploratórios para descoberta de bugs mais cedo e o uso de técnicas de análise estática de código para identificar problemas antes mesmo do código ser implementado.

40.

O que é CI em DevOps?

CI significa "Integração Contínua" ou "Continuous Integration”. Ela é uma prática do desenvolvimento de software que consiste em integrar e testar continuamente o código-fonte em um repositório compartilhado por toda a equipe de desenvolvimento. Essa prática tem como objetivo encontrar e corrigir rapidamente erros de integração e de código, para que sejam evitados problemas maiores mais adiante no ciclo de vida do software.

No contexto do DevOps, a integração contínua é um processo automatizado que permite que o código seja integrado e testado continuamente, para que as equipes de desenvolvimento possam receber feedbacks mais rapidamente e implementar melhorias de forma ágil e eficiente.

41.

Quais são os fatores de sucesso para a Integração Contínua (CI)?

Existem vários fatores que contribuem para o sucesso da Integração Contínua (CI), incluindo:

  • Automação: CI depende da automação de testes e compilação para garantir que as mudanças no código sejam integradas e testadas de forma rápida e eficiente. O uso de ferramentas de automação é essencial para o sucesso da CI.
  • Testes automatizados: Além de compilar o código, a CI também envolve a execução de testes automatizados. Isso ajuda a garantir que as mudanças no código não introduzam novos bugs e que as funcionalidades existentes continuem funcionando como esperado.
  • Monitoramento constante: A CI exige monitoramento constante para detectar e resolver problemas rapidamente. Os desenvolvedores precisam ser notificados imediatamente quando ocorrem erros e falhas nos testes para que possam tomar medidas corretivas rapidamente.
  • Comunicação: Uma comunicação clara entre os membros da equipe é essencial para garantir que todos estejam cientes das mudanças no código e dos resultados dos testes. Isso ajuda a evitar erros e problemas devido a falta de comunicação.
  • Ambiente de desenvolvimento padronizado: Para garantir que as mudanças no código sejam integradas corretamente, é importante que todos os desenvolvedores usem um ambiente de desenvolvimento padronizado. Isso ajuda a evitar problemas de compatibilidade e erros de configuração.
  • Controle de versão: O controle de versão é fundamental para a CI, permitindo que os desenvolvedores acompanhem as mudanças no código e revertam as alterações se necessário. O uso de ferramentas de controle de versão, como o Git, é essencial para o sucesso da CI.
  • Unit tests: Os unit tests são essenciais para garantir que cada componente do código funcione corretamente. A CI depende de unit tests bem escritos e executados com frequência para garantir que o código seja integrado de forma eficiente e sem bugs.

42.

O que é o padrão de implantação azul/verde?

O padrão de implantação azul/verde é uma técnica usada em DevOps para fazer implantações de software com zero tempo de inatividade e com a capacidade de reverter rapidamente em caso de problemas. Esse padrão permite que as equipes de DevOps implantem novas versões de aplicativos sem afetar a disponibilidade do usuário final.

No padrão azul/verde, duas infraestruturas idênticas (denominadas "azul" e "verde") são criadas para executar o aplicativo. O tráfego do usuário é direcionado para a infraestrutura "azul" enquanto a nova versão do aplicativo é implantada na infraestrutura "verde". Uma vez que a implantação está completa, o tráfego é redirecionado para a infraestrutura "verde" e a infraestrutura "azul" pode ser desligada.

Esse processo pode ser revertido rapidamente, redirecionando o tráfego de volta para a infraestrutura "azul" caso ocorra algum problema durante a implantação na infraestrutura "verde".

43.

Qual é a diferença entre os comandos Assert e Verify no Selenium?

No Selenium, o comando assert é usado para verificar se uma condição é verdadeira. Caso contrário, o teste falhará e será interrompido imediatamente.

Já o comando verify é usado para verificar se uma condição é verdadeira, mas não para o teste imediatamente caso contrário. Em vez disso, o teste continuará a ser executado e o resultado da verificação será registrado. Se a verificação falhar, o resultado do teste final será marcado como falho.

44.

Qual é a diferença entre Pull e Push no DevOps?

As palavras "pull" e "push" são geralmente usadas em referência a diferentes modelos de implantação de software.

  • No modelo pull, os agentes do cliente solicitam atualizações do servidor e as baixam quando estiverem disponíveis. Isso é semelhante ao comportamento do Git, em que os desenvolvedores "puxam" o código para seus repositórios locais quando ele é atualizado no repositório remoto. No contexto de implantação de software, isso significa que as máquinas clientes baixam atualizações de software do servidor quando estiverem disponíveis e aplicam as atualizações localmente.
  • No modelo push, as atualizações são empurradas do servidor para os clientes sem que eles as solicitem. Isso é semelhante ao comportamento de enviar uma mensagem de texto para um telefone celular. No contexto de implantação de software, isso significa que o servidor envia atualizações de software para as máquinas clientes e as atualizações são aplicadas automaticamente.

45.

Como matar um processo que está bloqueando um arquivo?

Se um processo estiver bloqueando um arquivo em um sistema operacional baseado em Unix, como o Linux, você pode matar o processo usando o comando lsof para listar todos os processos que estão acessando o arquivo, identificar o PID do processo que está bloqueando o arquivo e, em seguida, usar o comando kill para finalizar o processo.

46.

Para que servem os processos de gerenciamento de configuração em DevOps?

Os processos de gerenciamento de configuração têm como objetivo garantir que a infraestrutura de TI e o software possam ser gerenciados de forma consistente, rastreável e controlada. Eles permitem que as organizações controlem a configuração de seus sistemas de TI e forneçam uma plataforma para automatizar a implementação de software e a configuração de servidores.

Isso envolve o uso de ferramentas para gerenciar a configuração e a mudança de software, como versionamento de código-fonte, gerenciamento de dependências, gerenciamento de pacotes e implementação de mudanças de configuração em servidores. Além disso, o gerenciamento de configuração ajuda a garantir a conformidade com as políticas de segurança e as regulamentações, bem como a aumentar a visibilidade e o controle sobre a infraestrutura de TI e as alterações nela.

47.

O que é IaC ou “Infraestrutura como código”? Como ele se encaixa na metodologia DevOps?

IaC (Infrastructure as Code) é uma abordagem para gerenciar infraestruturas de TI usando código, em vez de configurações manuais. Com IaC, as configurações de infraestrutura são definidas em arquivos de código que podem ser versionados, compartilhados e reutilizados. Isso ajuda a automatizar o processo de criação e gerenciamento de infraestrutura de TI, aumentando a eficiência, a confiabilidade e a consistência do ambiente.

Na metodologia DevOps, IaC é uma prática essencial que ajuda a automatizar o processo de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura, permitindo que as equipes de desenvolvimento e operações colaborem em um ambiente de trabalho mais ágil e eficiente. Com IaC, as equipes de DevOps podem criar ambientes de desenvolvimento, teste e produção consistentes e replicáveis, reduzindo a possibilidade de erros e aumentando a velocidade e eficácia dos deployments.

48.

Qual é a melhor ferramenta de Gerenciamento de Configuração (CM) entre Puppet, Chef, SaltStack e Ansible? Por quê?

Não há uma resposta única para qual é a melhor ferramenta de Gerenciamento de Configuração (CM) entre Puppet, Chef, SaltStack e Ansible, pois a escolha depende das necessidades e preferências específicas de cada equipe de DevOps. Então é importante entender como cada ferramenta pode ajudar com Gerencimento de Configuração, segue um resumo sobre cada uma:

  • O Puppet é uma das ferramentas de Gerenciamento de Configuração mais estabelecidas e populares, com uma grande comunidade de usuários e recursos disponíveis. Ele oferece uma linguagem de configuração declarativa e uma arquitetura de cliente/servidor que permite gerenciar muitos servidores a partir de um único console de administração.
  • O Chef também é uma ferramenta popular de Gerenciamento de Configuração que utiliza uma linguagem de configuração baseada em Ruby e um modelo cliente/servidor. Ele oferece uma grande variedade de recursos e é altamente flexível e personalizável.
  • O SaltStack é uma plataforma de automação de infraestrutura escalável e modular que utiliza uma linguagem de configuração baseada em YAML. Ele tem como objetivo simplificar a administração de servidores e dispositivos de rede e é conhecido por sua velocidade e eficiência.
  • O Ansible é uma ferramenta de Gerenciamento de Configuração que utiliza uma abordagem sem agente, o que significa que não há necessidade de instalar software adicional nos servidores gerenciados. Ele utiliza a linguagem de configuração YAML e é fácil de aprender e usar.

49.

O que são e como fazer reuniões post mortem em DevOps?

As reuniões post mortem são realizadas após um incidente ou falha em um sistema. O objetivo dessas reuniões é identificar as causas raízes do problema e discutir as ações corretivas para evitar que o problema ocorra novamente.

Para fazer uma reunião post mortem eficaz, é importante seguir alguns passos como:

  • Convocar a equipe envolvida: a equipe responsável pelo sistema em questão deve ser convocada para participar da reunião.
  • Reunir informações: é importante ter informações precisas sobre o que aconteceu e como o problema afetou o sistema e os usuários. É recomendável usar ferramentas de registro de incidentes, como o JIRA ou o Trello, para documentar o incidente.
  • Identificar as causas raízes: a equipe deve trabalhar em conjunto para identificar as causas raízes do problema. É importante ir além dos sintomas e identificar as causas reais do problema.
  • Discutir soluções e ações corretivas: a equipe deve discutir soluções e ações corretivas para evitar que o problema ocorra novamente. As ações corretivas podem incluir mudanças no processo, atualizações no sistema ou treinamento da equipe.
  • Documentar e acompanhar: é importante documentar as decisões tomadas na reunião e acompanhar as ações corretivas para garantir que o problema seja resolvido e não ocorra novamente.

50.

O que significa CAMS no DevOps?

CAMS é um acrônimo que representa as quatro áreas principais de foco em DevOps: Cultura (Culture), Automação (Automation), Monitoramento (Measurement) e Compartilhamento (Sharing). Esses quatro pilares são considerados fundamentais para o sucesso do DevOps em uma organização. A cultura envolve a criação de uma mentalidade colaborativa e de confiança entre as equipes, enquanto a automação se concentra na simplificação e automatização de processos. O monitoramento envolve a coleta de dados para medir o desempenho e o progresso, e o compartilhamento envolve a colaboração e o compartilhamento de informações e conhecimentos entre as equipes.

51.

Por que o monitoramento contínuo é necessário?

O monitoramento contínuo é necessário por várias razões, incluindo:

  • Identificação precoce de problemas: O monitoramento contínuo ajuda a identificar problemas o mais cedo possível, permitindo que sejam abordados antes que se tornem maiores e mais difíceis de solucionar.
  • Melhoria da disponibilidade: O monitoramento contínuo ajuda a garantir a disponibilidade contínua dos serviços e aplicativos, reduzindo o tempo de inatividade.
  • Prevenção de perda de receita: O monitoramento contínuo ajuda a prevenir perda de receita ao garantir que os serviços estejam sempre disponíveis e funcionando corretamente.
  • Melhoria da experiência do usuário: O monitoramento contínuo ajuda a garantir que a experiência do usuário seja a melhor possível, detectando e solucionando problemas rapidamente.
  • Melhoria da segurança: O monitoramento contínuo ajuda a detectar atividades suspeitas e ameaças à segurança, permitindo ações rápidas para proteger os sistemas e dados.

52.

O que é o Nagios?

O Nagios é uma ferramenta de monitoramento de código aberto que ajuda a monitorar a disponibilidade e o status dos recursos de rede, servidores e serviços. Ele pode alertar automaticamente os administradores de sistemas sobre possíveis problemas, permitindo que eles corrijam o problema antes que ele afete os usuários finais. O Nagios oferece recursos como monitoramento de serviços, notificações de alerta, verificação de integridade de hosts, verificação de serviços, relatórios de tendências, etc. É amplamente utilizado em ambientes empresariais para garantir a disponibilidade e confiabilidade dos sistemas de TI críticos.

53.

Para que servem os containers em DevOps?

Containers são usados para empacotar e distribuir aplicativos e serviços de software em um ambiente padronizado e isolado. Eles permitem que desenvolvedores, testadores e operadores trabalhem de forma colaborativa e consistente em diferentes ambientes, como desenvolvimento, teste, produção e outras plataformas. Além disso, os containers podem ajudar a garantir a segurança, escalabilidade e disponibilidade dos aplicativos, bem como a reduzir custos e tempo de implantação. Eles também permitem que os aplicativos sejam movidos facilmente entre ambientes de nuvem e locais, permitindo maior flexibilidade e portabilidade.

54.

O que é conteinerização?

A conteinerização (containerization) é uma técnica de virtualização do sistema operacional em que o aplicativo e suas dependências são empacotados em um container isolado que pode ser executado em qualquer sistema operacional que suporte o container. Isso permite que aplicativos sejam executados de maneira confiável e consistente em diferentes ambientes, desde desenvolvimento até a fase de produção. A conteinerização é frequentemente usada em ambientes DevOps como uma forma de padronizar a implantação e facilitar a implantação e a gestão de aplicativos.

55.

O que é virtualização?

Virtualização é uma tecnologia que permite a criação de ambientes virtuais que simulam um ou mais sistemas operacionais em um único computador físico. Através da virtualização, é possível utilizar múltiplos sistemas operacionais ou aplicativos em um único servidor, tornando o gerenciamento de recursos de hardware mais eficiente e flexível. A virtualização pode ser realizada através de diversas ferramentas e softwares, como o VMWare, VirtualBox e Hyper-V, entre outros.

56.

Quais são as vantagens que a conteinerização oferece sobre a virtualização?

A conteinerização oferece várias vantagens em relação à virtualização tradicional. Elas incluem:

  • Maior eficiência de recursos: Containers compartilham o núcleo do sistema operacional (kernel), permitindo que sejam criados e executados com mais eficiência do que máquinas virtuais completas. Como resultado, é possível executar vários containers em um único host e aproveitar ao máximo a capacidade de processamento do hardware.
  • Portabilidade: Como os containers incluem todos os componentes necessários para executar um aplicativo, incluindo bibliotecas e dependências, eles podem ser executados em qualquer sistema operacional que suporte containers. Isso torna mais fácil mover aplicativos entre ambientes, como de desenvolvimento para produção.
  • Consistência: Containers fornecem um ambiente consistente para os aplicativos executarem, independentemente do ambiente subjacente. Isso é especialmente útil em ambientes de desenvolvimento e produção, onde a consistência é fundamental para garantir a qualidade do software.
  • Facilidade de gerenciamento: Containers podem ser gerenciados facilmente usando ferramentas de automação e orquestração, como Kubernetes e Docker Swarm. Isso torna mais fácil implantar, escalar e atualizar aplicativos.
  • Segurança: Containers são projetados com segurança em mente e incluem recursos de segurança integrados, como isolamento de recursos e limitação de privilégios. Isso torna mais fácil criar ambientes seguros e confiáveis ​​para os aplicativos serem executados.

57.

Qual é a diferença entre CI e CD?

CI (Continuous Integration) e CD (Continuous Delivery/Deployment) são duas práticas de desenvolvimento de software relacionadas, mas com propósitos diferentes.

O CI é um processo que consiste em mesclar o código de vários desenvolvedores em um repositório compartilhado. O objetivo é detectar e corrigir erros o mais cedo possível, integrando as alterações frequentemente, geralmente várias vezes por dia. Isso é feito por meio de builds automáticas e testes para garantir que o código seja integrado corretamente e não introduza novos problemas.

Já o CD é um processo de automação que visa entregar software funcional e confiável ao usuário final com eficiência e rapidez. Ele engloba as etapas de empacotamento, testes automatizados, implantação e entrega, sendo o objetivo final a implantação do software em produção. O CD ajuda a garantir que o software seja entregue rapidamente e com qualidade.

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Conclusão

O processo de entrevista de emprego para engenheiro DevOps não se limita a perguntas técnicas. Como candidato procurando por um trabalho com DevOps, você também deve estar pronto para responder a perguntas relacionadas às chamadas soft skills,que são habilidades interpessoais de comunicação, resolução de problemas, gerenciamento de projetos, gerenciamento de crises, gerenciamento de equipes, etc. Além disso, embora tenhamos escrito esse material em português, é importante lembrar que as provas, entrevistas e trabalhos na Turing são todos realizados em inglês.

Já como recrutador, é sua responsabilidade encontrar um engenheiro DevOps que se encaixe na cultura da sua empresa. Portanto, além das perguntas de DevOps propriamente ditas, você deve questionar os candidatos sobre suas habilidades sociais e de colaboração em equipe, de modo a tentar estimar como eles se encaixariam na equipe existente.

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